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quarta-feira, setembro 14, 2005

Ainda a Ester

Estive a ler o que escrevi ontem e... erm. Ninguém vai perceber do que é que estava para ali a falar, pois não?

Também já estou habituada. Por isso vou continuar. É que estive a pensar sobre as mulheres judias outra vez e lembrei-me de umas que ontem não referi.

Por exemplo a nossa querida Eva, feita de uma costela do nosso querido Adão, e a Grande Culpada de Todos os Males da Humanidade. Também temos aquela, que até foi importante, que decidiu desafiar o Adonai e por isso ficou leprosa. E as filhas do Lot, que tiveram filhos do próprio pai, ou a outra que foi "vendida" pelo marido para que ninguém soubesse que eram judeus. Também há a pobrezinha do filho moribundo que foi ajudada pelo profeta e o ajudou também, e a outra coitada que se chamava Rute (coitada).

Portanto conclui-se que as mulheres judias ou são umas desgraçadas ou andam para aí a cortar cabeças e a matar pessoas e são consideradas heroínas e escrevem-se livros inteiros sobre elas, onde se dizem coisas como "bendita sejas tu mais do que todas as mulheres sobre a terra (Judite 13, 18)" Estes judeus eram loucos (e sádicos).

Depois também há a rainha Jezabel, que nem era assim tão má como a pintam, e a rainha do Sabá. Mas claro que essas não contam porque não eram judias, e assim sendo, não interessam a ninguém, nem ao menino Jesus, e muito menos aos cabalistas, como a M.

Tendo dito isto, retiro o que disse ontem sobre não perceber a escolha da Madonna-Ester. Eu no lugar dela tinha escolhido exactamente a mesma personagem.

Pronto, já chega de Ester. Tenham um excelente dia, e ouçam The Ninth Wave.

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